sábado, 16 de agosto de 2014

Coisas que precisam ser mudadas no Brasil: gerenciamento da ANA





Para quem não sabe, a ANA é a Agência Nacional de Águas que foi criada juntamente com outras agências necessárias para regular os pontos nevrálgicos do Brasil como a Aviação Civil, dai surgindo a ANAC; a ANP, que é a Agência Nacional do Petróleo, e assim sucessivamente foram sendo criadas tais "agências" destinadas a descentralizar os mecanismos de controle de vários setores estratégicos do Brasil, visando uma resposta mais rápida aos serviços públicos.
Porém, tenho vista uma inoperância sentida em várias agências governamentais, algumas até com grave envolvimento em desastres que levaram à responsabilização criminal de seus gestores, inclusive com anúncio de penas severas se avizinhando. Tudo isso porque, no (des)governo petista o que se viu foi a nomeação de administradores políticos ao invés de técnicos, como era no início da criação das agências, conforme tive o prazer de orientar uma aluna a Universidade São Francisco no início dos anos 2000. O (des)governo petista passou a inflar as agências nacionais com apaniguados que levaram a verdadeiro caos em aeroportos, portos, serviços essenciais, se contar com as malandragens que nos dão conta as primeiras investigações da Petrobras, que é apenas uma ponta do iceberg, com certeza.
Bem, voltando a ANA especificamente, estive pensando sobre a falta de estudos e execução de um grande plano de abastecimento de água e redistribuição do excedente sobre as mais diversas regiões, deste país-continente. A transposição das águas do Rio São Francisco, no agreste nordestino, alardeado pelo ex-presidente Lulla, com direito a inaugurações, fogos de artifícios, muita birita e pouca ação restou no que? Ao que eu tenho notícia, nada! Posso estar errado, mas a coisa está feia para aquele lados, com desmoronamento do pouco que foi feito, com o concreto do fundo levantando, porque se gastou milhões (ou bilhões) de reais para dizer que iriam irrigar o Nordeste todo e até agora não se viu resultado prático algum. 
Pensei sobre a interligação do Rio Parnaíba com a represa de Igaratá, proposta pelo Governo do Estado de São Paulo, que também nunca fez sua lição de casa (ao contrário, enquanto pedia para a população economizar água, elevou seu próprio consumo em 22% durante a estiagem!). Precisamos de um plano urgente de combate às secas e às enchentes. É um Deus nos acuda - e só Deus mesmo para nos salvar, quando estamos com estiagem ou enchentes, porque os ineptos governantes só sabem liberar dinheiro para "ajudar os Prefeitos" e a população fica totalmente sem ajuda - e temos que repensar um mecanismo para evitar tanto as cheias como as secas. O mecanismo é o mesmo que o Governo de São Paulo pretende fazer. simples, porém, dispendioso e exigirá sacrifícios: a interligação dos grandes rios e mananciais. Por meio de dutos, como os mesmos que ligam as represas de Nazaré Paulista, Piracaia e Bragança Paulista (eu acho, mas não tenho certeza absoluta, a de Igaratá também)! Instalar-se-iam tubulações fazendo com que os rios do Norte se interligassem aos rios do Nordeste e do Centro-Oeste do Brasil. O Nordeste ficaria ligado ao Sudeste. O Sudeste ao Sul ou o Centro-Oeste ao Sul, diretamente. Cada vez que os rios enchessem demais no Norte, o excedente seria levado para o Nordeste ou ao Centro-Oeste. Se a vazão do Centro-Oeste excedesse ao tolerável no Pantanal o excedente seria mandato para o Nordeste ou para o Sul. E assim, sucessivamente. Com as secas do mesmo jeito, pois quando uma região necessitar de mais água é ela bombeada do local que comportar, evitando-se o mal vezo que ocorre sempre: espera-se a calamidade pública e depois se liberam "verbas de emergência" para ajudar os atingidos pelas enchentes. E que quase sempre, se perdem pelos caminhos da burocracia....




















Brasil: terra de conflitos e interesses escusos.






Vejam as notícias que apareceram nos últimos dias e vamos fazer uma análise crítica e sensata. A primeira notícia: Jerome Valke, o Secretário Geral da FIFA visitou esta semana as arenas de várias cidades, incluindo Curitiba, São Paulo, etc. e fez severas críticas contra os atrasos das obras, dizendo que o Brasil só concluirá as obras dos estádios no último minuto do segundo tempo... Segunda notícia: um lixo de um traficantezinho de 19 anos foi morto numa disputa de drogas em Osasco e a comunidade ateou fogo em 34 ônibus de Viação de ônibus, provocando graves transtornos a toda população de Osasco e cercanias. Terceira notícia: Sergio Gabrielli, ex-Presidente da Petrobras assumiu publicamente que errou na aquisição da refinaria de petróleo de Pasadena, nos Estados Unidos, que acabou por causar um prejuízo, até agora anunciado, de mais de um bilhão de dólares!!!! Esse prejuízo quem paga sou eu, é você, seus pais, seus avós, seu vizinho, enfim, todos nós brasileiros. Quarta notícia: o doleiro Youssef foi preso pela Operação Lava Jato da Polícia Federal, sendo que acabou por desencadear uma investigação sobre as ramificações do bando que operava dinheiro público retirados de onde? Da Petrobras! Dessa operação acabou por ser preso um braço direito do PT, que também operava dentro da Petrobras, Paulo Rosa, que tentou impedir a investigação policial e acabou sendo preso por obstaculizar as investigações, além de ter profundo envolvimento com o doleiro. Quinta notícia: dessa investigação federal surgiu o envolvimento do parlamentar do PT - sempre ele - André Vargas - que não faz muito tempo era ajudante de albergue noturno em Londrina e ganhava salário mínimo - e hoje declaradamente diz que é amigo do doleiro há mais de vinte anos e que mensagens entre ambos mostraram grande envolvimento em negócios escusos, envolvendo milhões de dólares. Sexta notícia: o PT exigiu que André Vargas renunciasse ao cargo de Deputado Federal - embora dias atrás o mesmo PT havia aplaudido a atitude fascista de Vargas em erguer o punho esquerdo, quando estava no Congresso Nacional sentado ao lado do Ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, que é negro, e foi o relator do processo do mensalão, considerado como a maior vergonha nacional e internacional. Porém, o que o PT não esperava é que Vargas disse que não renunciaria e que tinha muita munição para brigar pelo seu cargo. Sétima notícia: Brasil fica em 38o. lugar, num universo de apenas 44 países em matéria de educação, demonstrando que nossos alunos, com idade de 15 anos, não conseguiram resolver problemas de lógica simples, cálculos óbvios e coerência! Oitava notícia: mulheres são atendidas em corredores de hospitais, que, por falta de leitos e salários atrasados de médicos, não as atenderam. Nona notícia: policiais militares da Bahia fazem greve e deixam a população à mercê dos bandidos, que não deixaram por menos e passaram a saquear estabelecimentos comerciais, sendo obrigado o exército a intervir na capital soteropolitana! Pois bem, acho que basta, embora tivéssemos lido outras matérias muito mais aterrorizantes. A pergunta que fica é a seguinte: a quem interessava fazer a Copa do Mundo no Brasil? Todos nós sabemos da resposta, claro. E o Brasil levou sete anos para construir os elefantes-brancos que são os estádios de futebol, quando problemas muito mais sérios, graves e necessários para solucionar estavam na lista de prioridades, como o combate ao tráfico de drogas. Se houvesse uma política voltada para coibir o narcotráfico seguramente não teria havido o episódio de Osasco. Se houvesse uma política voltada para a saúde pública, seguramente as mulheres não estariam vulneráveis e sendo atendidas - quando atendidas - no chão de hospital público - hospital de péssima qualidade, gize-se. Se o Brasil, ao invés de injetar bilhões de dólares nos estádios resolvesse pagar melhor nossos educadores, nossos alunos de 15 anos agora, estariam melhor preparados para enfrentar os estrangeiros e fazer bonito na avaliação internacional. Se o PT e Lula se importassem com o povo, ao invés da Copa do Mundo teriam pago melhores salários aos militares e estes viveriam com dignidade e não fariam greve, evitando que o povo sofrido da Bahia não ficasse à sanha criminosa da população. Enfim, a pergunta que não quer calar: por que não se gastou os bilhões de dólares dos estádios na nossa gente brasileira?



















Agora começa outro tormento para a população: propaganda eleitoral! Argh!



Bem, terminamos a folia da Copa e é impressionante o volume de pessoas que se dão conta de que o mundo não é apenas futebol, que existe coisas muito mais importantes para se pensar e fazer, especialmente que é preciso trabalhar muito para ganhar o seu rico dinheiro, suado, no final do mês. Porém, para uma classe específica de pessoas da sociedade este é o momento mais esperado de sua infeliz existência na Terra: puxar o saco do candidato para ver se consegue que ele seja eleito e, por conseguinte, o apedeuta consiga uma "vaguinha" num emprego público - mesmo porque esta é a única forma que o ignóbil puxa-saco conseguirá algo na vida (gize-se, na sua inútil vida). E a plêiade de puxa-saco não é pequena não, pois tem aquele que se faz de cabo eleitoral, tem aquele que aplaude tudo que o candidato faça, inclusive muita merda! Têm aqueles que cuidam das notícias do candidato, tentando colocar o sujeito quase que como um Deus do Olimpo, acima de tudo e de todos, senhor das melhores decisões e pensamentos do mundo. No entanto, não passa de um anjo de pé de barro! Tem até gente que briga por conta de seu candidato. Idiota tem de todos os jeitos, mesmo. Posso falar de cátedra o lixo que é a política nacional, mesmo porque participei de três eleições como candidato - sem dinheiro de ninguém, é bom que se diga - e desde o mais incipiente pré-candidato a vereador, até a presidência da República, passando por senadores, deputados, governadores e prefeitos pode se dizer, sem medo: tudo farinha do mesmo saco! Aliás, este foi o slogan da minha última campanha, pois o que vimos e ouvimos não deixa a menor sombra de que este é país da corrupção! Corrupção institucionalizada, batizada, sacramentada, arraigada e vivamente em todos os cantos deste país, repleto de hipócritas, aproveitadores, bajuladores, que se aliam aos maus intencionados, espertos e corruptos, desde o nascimento, ávidos por um posto de comando, para juntos chafurdarem na lama da podridão da política brasileira. E quando um ataca o outro contra-ataca, um diz e o outro desdiz, um acusa e o outro se defende acusando o primeiro. Esse é o vai-e-vem do chamado "jogo político". Depois de eleitos, vencedores e vencidos se sentam, se afagam, se masturbam ideologicamente e voltam a se chafurdar nos escaninhos do descalabro, propensos à mútua ajuda, para que possam se salvar dos possíveis ataques daquele órgão chamado de malfeitor, o tal de Ministério Público, que tenta moralizar este país, pois como a população não consegue pelo voto, tem que ser pelo cumprimento da lei e da Constituição Federal. Quando tentaram excluir do Ministério Público o direito de investigar os crimes, independentemente e longe da polícia, através da famigerada PEC 37, estive no Congresso Nacional, juntamente com centenas de outros promotores de justiça conversando com os parlamentares, os quais, num primeiro momento, estavam prontos para colocar cabresto no MP. Alguns mais lúcidos mostravam a insensatez da propositura - feita por um Delegado de Polícia, por óbvio. No entanto, em junho de 2013 havia os protestos fortes da população brasileira contra o governo, a corrupção, a anarquia, como todos se lembram. Em conversa com um dos mensaleiros este me disse que somente havia aquilo tudo porque o MP "criminalizou a política" (sic!) ao que rebati de pronto, dizendo que o MP não "cria fatos" apenas os põe em sintonia com a lei, pois o fato é cometido ANTES do MP tomar conhecimento de sua ocorrência. Por aí se vê como a coisa anda. Um mensaleiro, pego com o dinheiro público em sua conta, processado e condenado pelo Supremo Tribunal Federal tinha a coragem de dizer que votaria a favor da PEC 37, pois o MP o acusou! É esta política brasileira. Para o mensaleiro tomar dinheiro público é normal. Ser acusado de ter pego o dinheiro público está errado! Bem, felizmente esse não será candidato, graças a Deus e ao STF! Porém, Atibaia será invadida nos próximos meses por um batalhão de pessoas felizes, alegres, com rojões e trombetas, todos se dizendo o melhor dos candidatos do mundo, cercados, claro, de seus puxa-sacos, bajuladores e aduladores, isto sem contar com os que são daqui ou vieram para cá como felizes forasteiros, se apoderaram da cidade, como se daqui fossem. Certa ocasião um médico muito famoso e respeitado do AHMA me falou sobre um determinado sujeito que aqui se estabeleceu, se autopromovendo como o senhor da cidade, se ele não se tocava que não era bem-vindo. Eu lhe respondi que o problema não era o forasteiro, mas aqueles que o trouxeram para cá, estes muito piores, muito mais sanguessugas do Erário e que encontraram nele um porto seguro para ampliarem os "negócios" da política. Não pensando no povo, que este é apenas um mero detalhe, mas para o benefício direto dos membros da política. Por tudo isso, simplesmente resolvi que não sairia candidato a p. nenhuma de cargo político, pois já vi bastante falcatruas, já ouvi muita bobagem de lixos ambulantes que se dizem "trabalhar" para alguém, mas, como sói acontecer, não passam disso: lixo! E as fotografias e banners já começaram aparecer pela cidade. A pergunta que não quer calar: quanto se gasta com tudo isso? E quem paga a conta? Não é o político, com dinheiro do seu próprio bolso, podem ter certeza absoluta, mas será a falta de educação, de hospitais, de segurança pública, de transporte digno, de habitação decente. Enquanto este país não mudar radicalmente continuaremos a assistir esse jogo sujo pelo poder: a corrida eleitoral! Pêsames!


As notícias no Brasil não poderiam ser mais alarmantes que as que estão correndo na grande imprensa brasileira. Primeiro veio a notícia de que o Banco Santander, por meio de sua diretoria de investimentos não recomendou o Brasil como um porto seguro para investimentos e desaconselhou os investidores de trazerem dinheiro para o país. Em face dessa notícia o governo federal ameaçou o Santander, que se viu obrigado a "punir" a diretora de investimentos, demitindo-a. Em outras palavras, ao invés do Banco Santander cuidar dos negócios dos seus correntistas e investidores, temendo represália do governo federal (provavelmente porque tem o rabo preso) desautorizou sua diretora de investimentos, técnica no assunto e com grande conhecimento de causa, preferindo "remediar" a nota, tentando negar o inegável: o Brasil está afundando! Depois veio o FMI (Fundo Monetário Nacional) que durante anos foi credor do Brasil, mandou e desmandou, até que o Governo Fernando Henrique Cardoso, de maneira clara e transparente, renegociou toda sua dívida, cujas últimas parcelas se venceram no Governo Lulla e este, como sói acontecer, transformou em "sua" a política de ajuste fiscal, de controle de contas públicas, fazendo o maior alarde de "o país deixou de ser devedor e passou a emprestar dinheiro". Lembra disso? Pois é, como os castelos de areia e a mentira não prosperam, o país se viu preso a uma estratégia de assalto aos cofres públicos aliada à incompetência governamental, com sucessivos desastres econômicos, fazendo com que voltasse a inflação ao país, sendo que o lullodilmismo afirmam não ser verdadeira a informação. Vejam os preços nas gôndolas dos supermercados, nos serviços prestados por particulares, diaristas e profissionais liberais. Se a onda de pessimismo é "fabricada" pela imprensa, como quer fazer Dona Dilma, Lulla e seus amigos mensaleiros, o que dizer agora de um fato real: o número de falências ajuizadas no Brasil cresceu neste semestre 23%?! Mais, o número de pedidos de recuperações de empresas também cresceu vertiginosamente. O número das indústrias fabricantes de bens duráveis "brancos" (geladeiras, fogões, máquinas de lavar, etc.) despencou. A indústria automobilística está demitindo assustadoramente. Ora, não sei como é possível "fabricar" tantas notícias ruins de uma vez só. Nem Maquiável teria tanta imaginação para demonstrar tantas notícias pessimistas, em tão curto espaço de tempo! A quieto me parece, a realidade é bem outra. Fruto de uma política de avestruz (aquela que enfia a cabeça no buraco e não quer aceitar a realidade) Dona Dilma, Lulla e seus amigos mensaleiros tinham um plano pré-concebido lá atrás de tomar o poder, seja pela força, como fizeram na guerrilha urbana no passado seja pela criação de um partido político. Na primeira investida não conseguiram, mas fizeram estragos generalizados. Depois que conseguimos derrubar a Ditadura no Brasil e na América latina os bolcheviques tupiniquins passaram a hostilizar os demais partidos, plantando a falsa ideia de que seriam os novos "Simons Bolívares" ou "Ches Guevaras" do berimbau e o escambau. Conseguiram o tão sonhado "poder" pelo prazer de conquistá-lo, sendo que o chefe Lulla usou da política do "Lullinha paz e amor", conseguindo o apoio dos empresários e banqueiros para seu lado. No seu primeiro mandato fez a política de FHC e não mexeu em nada. Quando o fez, já no segundo mandato, foi para prejudicar os trabalhadores quanto à aposentadoria, principalmente os funcionários públicos, juízes, delegados, promotores, fiscais, etc. Mas a nódoa foi o Mensalão, que mostrou claramente a que vieram. Era para corromper o poder, transformando-o num grande balcão de negócios, chegando a dar nojo ver os abraços e beijos de Sarney, Paulo Maluf, ACM, Renan Calheiros, Michel Temer, e companhia... Roubaram o quanto puderam. O Mensalão foi só uma gota d'água no Oceano, Oceano Pacífico, não Atlântico, gize-se, pois um taciturno funcionário dos Correios foi pego em flagrante. Como não têm capacidade alguma de governar o país mergulhou num abismo econômico sem precedentes, com fábricas fechando as portas, empresas tentando uma recuperação judicial, sem a menor condição de se recuperar, impostos escorchantes, a volta da inflação, a saúde pública na UTI, a segurança pública na berlinda e o tráfico de drogas correndo solto nas ruas brasileiras. Enquanto isso, placidamente, os mensaleiros se unem aos "blocos do medo" para financiar os países que o compõem, como Cuba, Bolívia, Argentina, Venezuela, Rússia, Índia, China, e até o Iran, todos vivendo sob o império de pseudas democracias, mas travestidas de Ditaduras sanguinárias, com as quais o Brasil anda flertando perigosamente. Até a nossa diplomacia está contaminada pelo lullopetismo, a se iniciar com a desnecessidade de se conhecer o inglês, a língua universal, passando pelo disparate de criticar Israel na sua legítima luta contra o terror do Hamas, organização que tem em seu estatuto o objetivo de matar todos os judeus do mundo e acabar com o estado de Israel. Espero que o PT seja execrado do cenário nacional como a única forma capaz de fazer o Brasil voltar aos trilhos. Se continuar no poder, meu amigo leitor, pode meter uma camiseta vermelha e sonhar com a perseguição bolchevique contra os nossos interesses.



















O estado pré-falencial brasileiro e a política de avestruz do governo federal. A culpa é sempre dos outros.


As notícias no Brasil não poderiam ser mais alarmantes que as que estão correndo na grande imprensa brasileira. Primeiro veio a notícia de que o Banco Santander, por meio de sua diretoria de investimentos não recomendou o Brasil como um porto seguro para investimentos e desaconselhou os investidores de trazerem dinheiro para o país. Em face dessa notícia o governo federal ameaçou o Santander, que se viu obrigado a "punir" a diretora de investimentos, demitindo-a. Em outras palavras, ao invés do Banco Santander cuidar dos negócios dos seus correntistas e investidores, temendo represália do governo federal (provavelmente porque tem o rabo preso) desautorizou sua diretora de investimentos, técnica no assunto e com grande conhecimento de causa, preferindo "remediar" a nota, tentando negar o inegável: o Brasil está afundando! Depois veio o FMI (Fundo Monetário Nacional) que durante anos foi credor do Brasil, mandou e desmandou, até que o Governo Fernando Henrique Cardoso, de maneira clara e transparente, renegociou toda sua dívida, cujas últimas parcelas se venceram no Governo Lulla e este, como sói acontecer, transformou em "sua" a política de ajuste fiscal, de controle de contas públicas, fazendo o maior alarde de "o país deixou de ser devedor e passou a emprestar dinheiro". Lembra disso? Pois é, como os castelos de areia e a mentira não prosperam, o país se viu preso a uma estratégia de assalto aos cofres públicos aliada à incompetência governamental, com sucessivos desastres econômicos, fazendo com que voltasse a inflação ao país, sendo que o lullodilmismo afirmam não ser verdadeira a informação. Vejam os preços nas gôndolas dos supermercados, nos serviços prestados por particulares, diaristas e profissionais liberais. Se a onda de pessimismo é "fabricada" pela imprensa, como quer fazer Dona Dilma, Lulla e seus amigos mensaleiros, o que dizer agora de um fato real: o número de falências ajuizadas no Brasil cresceu neste semestre 23%?! Mais, o número de pedidos de recuperações de empresas também cresceu vertiginosamente. O número das indústrias fabricantes de bens duráveis "brancos" (geladeiras, fogões, máquinas de lavar, etc.) despencou. A indústria automobilística está demitindo assustadoramente. Ora, não sei como é possível "fabricar" tantas notícias ruins de uma vez só. Nem Maquiável teria tanta imaginação para demonstrar tantas notícias pessimistas, em tão curto espaço de tempo! A quieto me parece, a realidade é bem outra. Fruto de uma política de avestruz (aquela que enfia a cabeça no buraco e não quer aceitar a realidade) Dona Dilma, Lulla e seus amigos mensaleiros tinham um plano pré-concebido lá atrás de tomar o poder, seja pela força, como fizeram na guerrilha urbana no passado seja pela criação de um partido político. Na primeira investida não conseguiram, mas fizeram estragos generalizados. Depois que conseguimos derrubar a Ditadura no Brasil e na América latina os bolcheviques tupiniquins passaram a hostilizar os demais partidos, plantando a falsa ideia de que seriam os novos "Simons Bolívares" ou "Ches Guevaras" do berimbau e o escambau. Conseguiram o tão sonhado "poder" pelo prazer de conquistá-lo, sendo que o chefe Lulla usou da política do "Lullinha paz e amor", conseguindo o apoio dos empresários e banqueiros para seu lado. No seu primeiro mandato fez a política de FHC e não mexeu em nada. Quando o fez, já no segundo mandato, foi para prejudicar os trabalhadores quanto à aposentadoria, principalmente os funcionários públicos, juízes, delegados, promotores, fiscais, etc. Mas a nódoa foi o Mensalão, que mostrou claramente a que vieram. Era para corromper o poder, transformando-o num grande balcão de negócios, chegando a dar nojo ver os abraços e beijos de Sarney, Paulo Maluf, ACM, Renan Calheiros, Michel Temer, e companhia... Roubaram o quanto puderam. O Mensalão foi só uma gota d'água no Oceano, Oceano Pacífico, não Atlântico, gize-se, pois um taciturno funcionário dos Correios foi pego em flagrante. Como não têm capacidade alguma de governar o país mergulhou num abismo econômico sem precedentes, com fábricas fechando as portas, empresas tentando uma recuperação judicial, sem a menor condição de se recuperar, impostos escorchantes, a volta da inflação, a saúde pública na UTI, a segurança pública na berlinda e o tráfico de drogas correndo solto nas ruas brasileiras. Enquanto isso, placidamente, os mensaleiros se unem aos "blocos do medo" para financiar os países que o compõem, como Cuba, Bolívia, Argentina, Venezuela, Rússia, Índia, China, e até o Iran, todos vivendo sob o império de pseudas democracias, mas travestidas de Ditaduras sanguinárias, com as quais o Brasil anda flertando perigosamente. Até a nossa diplomacia está contaminada pelo lullopetismo, a se iniciar com a desnecessidade de se conhecer o inglês, a língua universal, passando pelo disparate de criticar Israel na sua legítima luta contra o terror do Hamas, organização que tem em seu estatuto o objetivo de matar todos os judeus do mundo e acabar com o estado de Israel. Espero que o PT seja execrado do cenário nacional como a única forma capaz de fazer o Brasil voltar aos trilhos. Se continuar no poder, meu amigo leitor, pode meter uma camiseta vermelha e sonhar com a perseguição bolchevique contra os nossos interesses.



















Brasil. O que eles realmente pensam da gente




Dia desses assisti uma palestra do Dr. Edilson Mougenot Bonfim, Procurador de Justiça e um dos maiores oradores dos tempos atuais, falando sobre a demagogia penal e os que querem descriminalizar alguns tipos penais, ou abrandar ainda mais as penas neste país e cheguei a algumas conclusões básicas, que merecem uma reflexão. Interessante notar que os brasileiros "acham" que o Brasil é o centro do mundo, que todos os povos para que vêm com a melhor das intenções e que nós moramos no melhor lugar do mundo, porque não temos terremotos, não temos desertos, não temos furacões, não temos tufões, não temos catástrofes e somos um povo maravilhoso. E mais, recentemente tivemos um presidente pitoresco, folclórico, que não estudou, mas dizia que havia "estudado na universidade da vida" (sic !?) e por isso poderia governar o Brasil. Além disso, teria tido uma história de contestações, tentativa de revolução armada, até que chegou ao poder, pelo voto democrático, de um país sério e democrático. Curiosamente, conseguiu eleger sua sucessora, Dona Dilma, tão guerrilheira (ou mais) que ele. Mas esta historinha tinha tudo para terminar com um "e viveram felizes para sempre"... Só que a realidade é muito, mas muito diversa do que falam e pensam por aí. Desde que eleito até deixar o governo o senhor Lulla foi folclórico e anacrônico, chegando o Presidente dos Estados Unidos da América, a maior força política e militar do planeta dizer que ele era o cara (This is the guy!) seguido de um abraço e sorrisos. Vejam que a frase não fala que é "he" (ele), mas "This" (isto), mostrando que se trata de uma coisa qualquer menor. E bobos da corte tem aos montes pelas Américas, como na Venezuela, Uruguay, Cuba, Panamá, Bolívia, por exemplo, onde os "excêntricos" proliferam. Para os presidentes do hemisfério norte é legal ter um caricato como presidente de um país emergente. Serve para alegrar reuniões, quebrar o gelo, nas festinhas é tido como um folclórico personagem. Mais ou menos, como aconteceu na Copa do Mundo, onde os povos mais civilizados, incluída a Alemanha, aqui aportaram e dançaram com os índios, batucaram nos tambores, arriscaram uns passos de capoeira, ficaram estonteados com os requebrados das mulatas no samba, alguns comeram acarajé, vatapá, tapioca, sururu, rodízio, curtiram as lindas praias brasileiras, visitaram as favelas (claro, desde que o tráfico de drogas deixasse, deixe-se bem claro isto)! Ponto final. Jogaram bola, acabaram com a panca de "melhor do mundo" do Brasil no futebol. Acabou a festa, voltaram para a casa e agora, falando sério, têm uma imagem tropicalesca do país. Ponto final. Um país que tem uma violência exacerbada, uma falta de cultura abissal, uma educação claudicante, uma saúde (saúde?) morta! E, de quebra, o país do "Mensalão", o único que teve o governo condenado pela justiça de seu país, na vigência do mandato. Que país merece crédito? Se você fosse um estrangeiro e aportasse no país agora, desceria do avião e, antes de chegar no destino olharia várias e várias favelas, com esgoto a céu aberto, mas seus moradores com telefones celulares, antenas planetárias, TVs de última geração, etc. E uma presidente (não presidenta, por favor) dizendo que são classe média (sic!). Em comparação com o seu país, do lado de cima do hemisfério, lá classe media é aquela que tem tudo isso e casa digna, escola de qualidade, saúde perfeita, além de transporte público adequado. No país do berimbau e acarajé, o político é eleito por uma multidão ignara, que nem sabe quem são, e muito menos o que fazem os eleitos. Vão às urnas porque são obrigados. Iletrados e desdentados acham que são "cidadãos" apenas porque têm títulos de eleitor, mas são excluídos de toda e qualquer consideração de seus senhorios porque simplesmente são vacas de presépios e o verdadeiro estorvo para a consumação dos desatinos dos eleitos. Tudo isso pesa na concepção de um país para o estrangeiro, que tem um estilo engraçado, caricato, mas na hora de falar sério, por exemplo na ONU, chamam o Brasil de "anão diplomático" dada sua falta de envergadura política, ainda mais quando se vê a sua aproximação com os países bolcheviques e "vermelhos" como a China, a Coréia do Norte, o Irã, Venezuela, Cuba, Rússia, etc., onde os mesmos fazem de tudo, menos velar pelos padrões sérios e honestos de democracia. Alie-se a isto tudo, que a China e a Coréia do Norte têm nos seus nomes as pomposas fórmulas de República Popular e Democrática! Só que ambas são governadas com punhos de aço (não mãos de ferro) e se alguém ousar "pensar" de maneira diferente vai pra forca! E a pequenez brasileira vai aumentando na medida em que a risível diplomacia sofreu um baque violento do "doutor das ruas" quando asseverou que não mais seria necessário conhecer o inglês, língua falada em qualquer parte do mundo! Bem, o "formado nas ruas" critica todos os oponentes, mas quando a alça de mira vira para o seu lado escuda-se na máxima "eu não sabia" ou, como fez recentemente, "eu não li". Talvez esta a única verdade. Realmente não lê nada e talvez nunca tenha lido algo de útil, a não ser a cartilha bolchevique, o manifesto comunista, a obra demoníaca de Hitler e aquilo que os demais vermelhos traduzem para ele. Agora, colocar o Brasil na mesma panela comunista-socialista merece uma grande dose de atenção dos brasileiros pensantes. Aqueles brasileiros que estudaram, estudam, leram e lêem muito, para perceber que o folclórico país do berimbau não pode se distanciar do eixo do bem para se aproximar do eixo do mal. Todos os estrangeiros que aqui estiveram e perceberam as entrelinhas políticas sabem que, enquanto um "bobo da corte" diverte os estadistas, as mãos longas dos larápios e intelectuais do poder estão ávidos para continuar sua sanha de destempero e criminalidade. E os estrangeiros vêem isso com muito receio. E pensam muito antes de colocar seus ricos investimentos no país. Dai porque deixam de investir, deixam de procurar abrigo nestas plagas e se distanciam cada vez mais do Brasil. Pense nisto.




















quinta-feira, 17 de julho de 2014

Futebol e política.



O futebol e a política. A lição que precisamos tirar da piabada alemã!

Acabou a Copa do Mundo, a chamada "Copa das Copas" pelos lullopetistas ou lullodilmistas ou apenas lullistas, como queiram. E qual é a lição que precisamos tirar dessa piabada que a Alemanha aplicou na seleção brasileira, naquele vergonhoso 7x1, seguida dos 3x0 da Holanda. Não foi apenas a maior goleada que o Brasil (rectius: seleção brasileira) sofreu na sua existência de cem anos, mas foi a fixação da realidade do povo brasileiro com a sua inaceitável maneira de esconder a sujeira para baixo do tapete e simplesmente dizer aos outros que "somos os melhores". A realidade nua e crua mostrou que não somos melhores que ninguém. A verdade é que não somos melhores que outros povos. Podemos ser mais alegres, mais divertidos, morarmos num país abençoado com um clima excelente, sem catástrofes naturais, sem geleiras, sem desertos, sem terremotos. Mas a verdade verdadeira é que não podemos achar que somos melhores que ninguém. Isto venho dizendo há anos. Somos um povo sem educação, sem cultura, sem passado, sem conservação da História, sem legado de seriedade, onde o chamado "jeitinho brasileiro" é, em verdade, uma forma de burlar a lei, corromper a seriedade e subverter a ordem e a moral. É o 171 brasileiro! Somos um aglomerado de pessoas. Ver a patética visão de David Luiz, após a piabada alemã, dizer que "apenas queria dar alegria ao povo brasileiro" mostra a verdade de que desejava ser sagrado como "herói" nacional, mas sem cumprir uma façanha de verdadeiro guerreiro, desbravador, lutando por uma causa séria e justa. Interessante é que o ignaro povo brasileiro acha que Neymar é um modelo a ser seguido. Porém, não sabem quem foi Marechal Rondon, Duque de Caxias, Baltazar Fernandes, Padre Anchieta, Joaquim José da Silva Xavier, Rui Barbosa, ou o que significa a sigla MMDC... Com muito esforço consigam se lembrar de Pedro I, Tiradentes, Juscelino Kubisteck de Oliveira, Getulio Vargas, dentre outros grandes nomes do nosso passado. Isso para mostrar a insensatez que permeia o povo brasileiro, capitaneados por um ex-presidente que entrará para a página negra da História brasileira como o homem que permitiu o Mensalão no seu governo e saiu impune, sob o esquálido argumento de "não sabia de nada", "nunca ouviu falar". E esta praga também contaminou o Sr. Joseph Blatter, presidente da FIFA cujo sobrinho, ou seja, filho de seu irmão, intimamente ligado ao tio, foi surpreendido com a venda de ingressos contrabandeados na própria entidade. Questionado, o Sr. Blatter saiu com a mesma ladainha: "não sei de nada"! Talvez os sete anos de convivência tenham ensinado como se faz. A chamada "Copa das Copas" foi um grande fiasco para o grupo petista, pois a seleção alemã veio para o Brasil, construiu em apenas três meses em Santa Cruz Cabrália, na Bahia, um centro de treinamento - que agora virará um hotel - gastou milhões de euros a menos que as loucuras lullodilmistas, se organizou e ganhou a Copa de forma ampla, do começo ao fim, inclusive com a goleada na turma de Cristiano Ronaldo - o melhor do mundo - e cia. por 4x0, mostrando competência, dentro e fora do campo. A chamada "Pátria de Chuteiras" na célebre frase que o poeta, escritor e comentarista de futebol Nelson Rodrigues cunhou lá atrás deu azo a nos lembrarmos de outra frase que a D. Dilma refutou: "povo vira-lata" no início da Copa. A Alemanha, que levou piabada em duas Grandes Guerras Mundiais, destroçada e completamente desmoralizada nos anos 1950 tornou-se a maior força européia, sendo o baluarte da democracia atual, do sistema financeiro europeu, fomentando a criação da zona do euro, moeda comum aos países europeus, salvo algumas exceções como a Suíça e Grã-Bretanha, fruto de austeridade econômica, união de um povo em torno do bem comum, onde se mostrou que os germânicos são dignos de admiração. Nas Copas de 2006 e 2010 o povo alemão saiu às ruas para comemorar com a seleção nacional a conquista dos terceiros lugares, dignos e respeitados em todo o mundo. Foi patética a transmissão televisiva onde a chanceler alemã Angela Merkel comemorava a vitória germânica ao lado da D. Dilma, que fazia cara de pouco caso. A televisão mostrava um povo unido em contrapartida de um povo enganado, ludibriado e vilipendiado por um governo que ampara os mensaleiros e ladrões do Erário. A Alemanha mostrou o que é ordem, correção e decência com o dinheiro público. Lá não existem favelas, esgoto a céu aberto, crianças analfabetas, falta de escolas, falta de médicos, contratações de cubanos para se mandar dinheiro para outro país falido como Cuba. Lá a seriedade é o vértice de toda sistemática nacional. Os 7x1 poderiam servir de mote para demonstrar a diferença gigantesca entre os países. Oxalá o Brasil mire na Alemanha e efetivamente mude! As eleições estão aí. Este deve ser o começo da mudança. Parabéns Alemanha!